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novembro 28, 2012

novembro 02, 2012

Ábrolhos

Especial final da semana para os agarradinhos do facebook.



É o chamado "ábrolhos"...

Estudantes e o stress


De acordo com um artigo que li há uns dias, os estudantes têm muito stress:

"Os estudantes do ensino superior de Lisboa apresentam níveis de exaustão física e emocional e desmotivação elevados, o que os faz, muitas vezes, recorrer a drogas ou medicamentos.

A conclusão surgiu após cerca de 500 inquéritos nos anos letivos de 2009/10 e 2010/11, a alunos de várias áreas do ensino superior, privado e público da região de Lisboa, realizados por João Marôco, professor e investigador do (Instituto Superior de Psicologia Aplicada).

No estudo efetuado, em que é avaliado o grau de exaustão emocional, de cinismo e descrença relativamente à utilidade dos estudos, e realização e eficácia profissional, foi concluído que 15 por cento apresentavam níveis moderados a elevados de «burnout».

Mais de metade dos alunos apresentam baixa eficácia ou realização profissional, 18 por cento têm níveis elevados de cinismo ou descrença na utilidade dos estudos e 21 por cento têm exaustão emocional elevada.

Na sequência desta exaustão, muitos alunos recorrem a drogas ou medicamentos."

Bem, para já, esqueceram-se do stress das manifs, do stress das festas académicas, do stress de querer comprar o iPhone5 e este só estar disponínel daqui a umas semanas, do stress de escolher o sítio para ir passar as férias da neve (os papás pagam, abençoados sejam), do stress de escolher o melhor spot para sair às 4as, 5as, 6as e sábados (porque é que eles - subentenda-se "o governo" ou "o sistema" não inventam uma lei qualquer para obrigar a ser sempre o mesmo sítio o mais fixe para sair à noite? escolher é cá uma maçada...), o stress de planear as férias de Verão (só três meses não dá para ir à Repúplica, a Cuba, ao Brasil e ao Algarve. Há que estabelecer prioridades, portanto falta-se a uns exames e para o ano há mais. Ah, e os cotas pagam as férias da malta, tem mais é de ser assim), o stress de acompanhar a Casa dos Segredos (grande conflito de horários lá em casa com os Morangos, não dá mesmo! Só comprando mais um plasma lá para casa. Ou ir morar sozinho. Isso já resolvia a questão...nem se discute quem paga, quero lá saber se a malta da Cofidis já lá foi bater à porta umas três vezes esta semana), enfim, realmente concordo, é demasiado stress e exaustão e tudo isso.

Posto isto, acho absolutamente aceitável tomar "auxiliares de performance" químicos e têm todo o direito de se sentir "frustrados", "descrentes" e ficarem "queimados do fusível" quando a vida não corre como querem.

Mais, eu acho que eles (já expliquei quem são eles, caramba!! Prestai atenção senão fico com stress...) deviam inventar uma lei que obrigasse a vida a correr como a malta quer. E acabava-se o stress!

Deixem-se lá de mariquices e arregacem as mangas. Nada substitui força de vontade, nem químicos, nem dinheiro dos papás (que estes não têm...), nem leis, nem "eles". Querem ver que o outro tinha razão com a história dos "piegas"?

Reflexões de fim-de-semana - Adenda


Se um sindicalista quisesse mesmo trabalhar e defender os direitos dos seus companheiros, não faria parte de nenhum sindicato mas sim do quadro de honra. E esforçar-se-ia por ser o trabalhador do mês todos os meses, produzindo um produto ou serviço de excelência, liderando por exemplo, tal como os grandes líderes sempre fazem. O que é muito diferente de liderar manifestações, mas dá imenso trabalho e pouco protagonismo.

Reflexões de fim-de-semana


Se um político fosse competente, não estaria na política mas sim no quadro de administração de uma qualquer empresa privada. E teria sido contratado pelas suas capacidades e não pelos nomes que constam na agenda do seu iPhone.

setembro 21, 2012

Cientistas usam buraco negro para pesar a luz

Ora, austeridade é isto mesmo! Nos bons velhos tempos das vacas gordas, usar-se-ia...uma balança.

setembro 10, 2012

Kryptonite para os chatos dos call centers


Qual é a melhor desculpa para enxotar a malta dos call centers?
É dizer que se mora no estrangeiro. A sério, deve ser a kryptonite deles! Numa questão de segundos estão a desligar. E nem sequer tentam argumentar ou apresentar uma daquelas campanhas de promoção válidas apenas até ao final do dia com imensas coisas alegadamente fixes e descontos bestiais. Simplesmente murcham e partem para o próximo nome da lista.
Já dizia o nosso PM. Cambada de piegas.

agosto 30, 2012

Nas festas de adolescentes norte-americanos, os copos de plástico são sempre vermelhos, porque




- eles não têm imaginação para mais;

- a cerveja sabe melhor se bebida de um copo vermelho;

- é fashion;

- não é fashion;

- os copos encarnados estavam esgotados;

- vermelho está na bandeira dos EUA e eles são patriotas ao máximo;

- são preguiçosos demais para sequer pensarem noutra cor;

- a marca Benfica vende muito no mercado norte-americano.



Alguém tem outras sugestões?

fevereiro 08, 2012

O PM é Camy

Ora, o nosso querido PM produziu mais uma pérola de alto calibre largando uma poia molhada ao pedir aos portugueses para serem «persistentes» e «exigentes» e «não serem piegas».
Escandaloso! Que ultraje! Pior mesmo só se nós não fossemos uma cambada de putos quequinhos e queixinhas que, convenientemente, se comportam como virgens ofendidas ao invés de apreciarem um calduço bem dado.
Quem não recorda com saudade aqueles calduços que em tempos apanhámos do irmão mais velho ou daquele tio que todos temos que nunca cresceu, quando estávamos a fazer fita em vez de nos portarmos à altura e, como dizem os “amaricanos”, era altura de “man up” e mostrar que os temos lá no sítio?
A nossa quequice chegou ao ridículo dos autarcas fazerem ouvidos moucos à “recomendação” do governo em relação à terça-feira de Carnaval e darem a tão queque tolerância de ponto, escudando-se nos mais mirabolantes argumentos! Desde a questão da tradição, à influência da festa no comércio local, ao impacto da participação das pessoas na festa, ao cúmulo de se atribuir a tolerância de ponto por que outras autarquias da zona também o fazem...Faz-me lembrar quando os “troikanos” andavam cá pelo burgo a espreitar nas nossas contas e a malta andava na praia a curtir as pontes do 10 e 13 de Junho, a assobiar para o ar fingindo que não era nada connosco.
Vamos lá pôr a mão na consciência e dar a volta a isto. Desconfio que nem com calduços do tio lá vai! Cambada de quequinhos!
A propósito, o PM é Camy porque quando fomos lá escolher o gelado, não tinham Olá, que são os preferidos de toda a gente com palato. Mas, como tem de ser e o “tem-de-ser” te muita força, lá escolhemos um gelado da Camy (só tinham daqueles), que tem para lá uns parecidos com os da Olá, mas não são bem a mesma coisa. Portanto, não vale a pena dar uma lambidela num Camy e ter a espectativa que vai saber a Olá. Porque não vai.
Ás vezes mais vale a pena apreciar um Camy por aquilo que é, pode ser que seja fixe. Afinal, um gelado é um gelado. Vamos ver se um PM é um PM?

junho 02, 2011

E porque me apeteces...

Amo-te porque és assim.


Amo-te porque posso.


Amo-te porque gostas de mim.


Amo-te porque nos gosto.


Amo-te daqui até ao Além!


Amo-te, amas-me assim também?

maio 19, 2011

Mais factos aleatórios sobre Chuck Norris

Chuck Norris não é metrossexual. Ele é, pelo menos, oitometrossexual.


Chuck Norris ignora a Tabela Periódica. Chuck Norris só reconhece o "elemento surpresa".


Jean-Claude Van Damme estava a dar uma surra no Chuck Norris quando foi acordado com um Roundhouse Kick na cara.


Chuck Norris é vegetariano. Ele não come animais antes de os deixar em estado vegetativo.


O pénis de Chuck Norris é tão grande, tão grande, que ele também tem seu próprio pénis. E esse pénis é ainda maior que o seu.


Se estiver a apontar uma arma à cabeça de Chuck Norris, não conte até 3 para disparar. Conte até 10. Isso fará com que vive mais 7 segundo.


Chuck Norris é como um cão. Não apenas porque pode farejar medo, mas porque ele pode mijar onde quiser.


Chuck Norris não come mel. Ele mama abelhas.


Baratas não sobreviveriam a um acidente nuclear. Elas seriam mortas por Chuck Norris.


Fêmeas possuem cromossomas XX, machos possuem cromossomas XY, Chuck Norris tem o alfabeto inteiro. Sete vezes.


Quando doa sangue, Chuck Norris recusa a seringa. Ele pede pistola e balde.


Quando nasceu, Chuck Norris agarrou o médico pelos pés e bateu-lhe no rabo para o fazer chorar.


Chuck Norris não leva o canivete no bolso. Ele leva o MacGyver.


Quem ri por último ri melhor. Quem ri de Chuck Norris morre.


Chuck Norris joga tênis contra a parede. E vence.


Não existem vagas para deficientes nos estacionamentos. Aquele sinal, na verdade, significa que a vaga é de Chuck Norris e que você pode acabar numa cadeira de rodas se estacionar lá.


Chuck Norris faz as cebolas chorarem.


Correr mais rápido que uma bala... ser mais forte que uma locomotiva... saltar sobre edifícios com um simples pulo. Eis a série matinal de exercícios de Chuck Norris.


Noé não embarcou casais em sua arca, mas sim uma fêmea de cada espécie. O único macho a bordo era Chuck Norris. Ele deu conta do serviço. Inclusive da Sra. Noé.


Chuck Norris não toma banho. A menos, é claro, que seja… um banho de sangue.


Chuck Norris não usa perfume. Ele usa tabasco.


Chuck Norris é responsável pela superpopulação chinesa. Ele passou um fim-de-semana na China e as mulheres num raio de 1500 quilômetros ficaram instantaneamente grávidas.


Chuck Norris mantém os amigos por perto e os inimigos mais perto ainda. Perto o suficiente para os atingir com um Roundhouse Kick na cara.


Chuck Norris bate com portas giratórias.


Se, por algum incrível paradoxo do espaço-tempo, Chuck Norris lutasse contra si mesmo, ele venceria. Ponto final.


Chuck Norris não pisa a ponta do pé. Ele pisa pescoços.


Não existe "aquecimento global". Chuck Norris quis bronzear-se e trouxe o sol para mais perto.


Chuck Norris pode enforcar-te com um telefone sem fio.


Chuck Norris usa cinto preto com sapato castanho. E ninguém... ninguém ousa chamar a atenção dele por causa disso. Nunca.


Qualquer ninja quer ser como Chuck Norris quando crescer. O problema é que Chuck Norris não deixa ninjas crescerem.


Se Chuck Norris fosse francês e jogasse futebol, Materazzi não teria levado uma cabeçada no peito. Teria levado um Roundhouse Kick na cara.


Chuck Norris pode queimar formigas com uma lente de aumento. À noite.


Se a série "24 Horas" fosse com Chuck Norris, chamar-se-ia "2 Minutos".


Medo não é o único sentimento que Chuck Norris pode farejar. Ele também pode sentir esperança, como "Eu espero não levar um Roundhouse Kick de Chuck Norris".


A série de Chuck Norris chama-se "Walker: Texas Ranger" porque Chuck Norris não precisa de correr.


Chuck Norris uma vez visitou as Ilhas Virgens. Hoje em dia elas são conhecidas apenas como Ilhas.
Uma vez Chuck Norris doou 10 litros de sangue. 45 minutos depois ele ganhou a Volta à França num monociclo.


Chuck Norris faz fogo esfregando duas pedras. De gelo.


Não vale Chuck Norris no Vale-Tudo.


Chuck Norris apostou que venceria o Super-Homem num concurso de braço-de-ferro. O perdedor teria de usar cuecas vermelhas por cima das calças o resto da vida.


Quantos Chuck Norris são necessários para trocar uma lâmpada? Nenhum. Chuck Norris prefere matar no escuro.


Chuck Norris venceu uma partida de "Quem piscar primeiro perde" contra Ray Charles e Stevie Wonder. Ao mesmo tempo.


Chuck Norris não falhaum golpe. Se não acertou, é porque ele estava a mirar um ninja 23 km atrás de você.


Quando a vida te dá limões, você faz uma limonada. Quando a vida dá limões a Chuck Norris, ele faz caipirinhas. Sem açúcar.


Numa luta entre Wolverine e Darth Vader, o vencedor seria Chuck Norris.


Chuck Norris tirou a sua carta de condução aos 18. Dias.


Os filmes de Chuck Norris não têm realizadores. Ninguém comanda Chuck Norris. Ninguém.


Não adianta chorar por leite derramado. A menos, claro, que o leite seja de Chuck Norris. Aí você está tramado.


Olhar fixamente para Chuck Norris durante um período maior que 5 segundos pode causar cegueira e, provavelmente, marcas do tamanho de um pé na face.


Quando Chuck Norris passa pelo detector de metais do aeroporto, ele apita. Mesmo que Chuck Norris esteja nu.


O preço da gasolina não alterou a rotina de Chuck Norris. Ele também bebe gasóleo.


Os testículos de Chuck Norris não produzem espermatozóides. Eles fabricam pequeninos ninjas brancos com a missão de caçar e destruir.


Quando era criança, Chuck Norris nunca mijava na cama. A cama mijava-se por ele.


Quando alguém dá um soco em Chuck Norris, o braço do agressor acaba por cair com o impacto. Isso, óbvio, é uma teoria. Afinal, quem em sã consciência daria um soco em Chuck Norris?


Chuck Norris usa folhas de madeira prensada de 6m² como papel higiénico.


Chuck Norris nunca vai ao dentista porque seus dentes são indestrutíveis. Os inimigos de Chuck Norris nunca vão ao dentista porque não têm dentes.


Chuck Norris bebe napalm para combater a sua acidez no estômago.


Todos os anos Chuck Norris participa da corrida de touros em Pamplona, Espanha. Andando. Atrás dos touros. Afinal porque acha que os bichos correm daquela maneira?


Chuck Norris não se abo rrece quando o telecomando desaparece. Ele simplesmente passa a trocar os canais gritando para a TV.

Mosqueteiros

Uma coisa interessante nos mosqueteiros é que eles fartam-se de espadinhar. Mas quanto a mosquetes, nada. Nadinha. Nadica de nada.


Então por que raio é que se chamam mosqueteiros?


Fraude!

Lista aleatória de factos verídicos sobre Chuck Norris

As lágrimas do Chuck Norris curam o cancro. O problema é que ele é tão macho que nunca chora. Nunca!


Chuck Norris não dorme. Ele espera.


Chuck Norris contou até o infinito. Duas vezes.


A última página do Guiness (livro dos recordes) diz em letras miúdas: "Todos os recordes do mundo pertencem a Chuck Norris. Nós apenas nos damos o trabalho de listar os segundos colocados em cada categoria."


Quando Chuck Norris recebe os impostos, ele devolve às Finanças folhas brancas com uma foto dele agachado, pronto para atacar. Chuck Norris não teve que pagar impostos nunca. Nunca!


Chuck Norris não lê livros, ele fita-os até conseguir toda a informação que precisa.


Chuck Norris jogou roleta russa com um revólver totalmente carregado. O revólver perdeu.

Chuck Norris não tem um forno ou microondas, pois, como se sabe, "a vingança é um prato que se come frio".


Chuck Norris pediu um Big Mac no Kentucky´s Fried Chicken. Ele foi servido.


Algumas pessoas usam roupa do Superhomem. Já o Superman usa cuecas do Chuck Norris.


Uma vez Chuck Norris desafiou o ciclista Lance Armstrong para ver quem tinha mais testículos. Chuck Norris ganhou. Por 5.


Chuck Norris uma vez tomou um frasco inteiro de comprimidos para dormir. Estes quase fizeram com que ele piscasse os olhos.


Chuck Norris pode dividir por zero.


Cientistas estimaram que a explosão de uma supernova liberta energia equivalente a 1 CNRhK (ou seja, um Chuck Norris's Roundhouse Kick).


Quando Chuck Norris faz flexões, ele não levanta o próprio peso. Ele empurra o planeta.

Chuck Norris venceu o Campeonato Mundial de Poker com um dois de paus e uma carta "Saída Livre da Prisão" do Monopoly.


Chuk Norris não tem casa. Ele escolhe uma casa e os respectivos moradores mudam-se.


Quando o Papão vai dormir, ele deixa a luz acesa com medo de Chuck Norris.


Quando o Chuck Norris está atrasado, o tempo começa a andar mais devagar.


Antes de esquecer um presente de Chuck Norris, o Pai Natal existia.



Chuck Norris não faz a barba, ele dá um Roundhouse Kick na própria cara. Afinal, a única coisa que pode cortar Chuck Norris é... Chuck Norris.


Ao responder às questões de um exame, escreva sempre "Chuck Norris". Você vai sempre ter nota 20.


Chuck Norris não tem cafeteira. Ele mói café com os dentes e ferve a água com sua fúria.


Chuck Norris demora vinte minutos para passar uma hora.


Quando Bruce Banner fica irritado, transforma-se no Hulk. Quando o Hulk fica irritado, transforma-se no Chuck Norris.


O título original de "Alien vs. Predador" era "Alien e Predador vs. Chuck Norris". O filme foi cancelado porque ninguém pagaria para ver um filme de 14 segundos.


Chuck Norris não usa relógio. Ele decide que horas são.


Papel vence pedra, pedra vence tesoura e tesoura vence papel. Chuck Norris vence os três. Ao mesmo tempo.


Chuck Norris dorme (digo...espera) com uma almofada debaixo da arma.


Chuck Norris nunca vai morrer de ataque cardíaco. O seu coração não é suficientemente tolo para "atacar" Chuck Norris.


Chuck Norris sabe qual é o último algarismo do pi.


Depois dos tsunamis, Chuck Norris finalmente prometeu que não lavará mais as suas havaianas no mar.


No primeiro "Parque Jurássico" o Tiranossauro Rex não estava a perseguir o jipe. Chuck Norris estava a perseguir o Tiranossauro. E o jipe.


Uma vez Chuck Norris urinou num isqueiro. Assim nasceu o lança-chamas.


Em "O Dragão Ataca", Bruce Lee deu uma surra no Chuck Norris. Quando desligaram as câmaras, Chuck Norris matou Bruce Lee. Chuck Norris detesta ficção.


Chuck Norris não tem sangue. Ele tem magma.


Chuck Norris só come três coisas ao pequeno-almoço: Steven Segal, Jean Claude Van Damme e Vin Diesel.

Homenagem a Chuck Norris

Quem não conhece o grandíssimo Chuck Norris?


Chuck Norris foi recentemente Walker em “Walker, o Ranger do Texas”, sempre acompanhado pelo seu fiel companheiro Trivette, também Ranger e orgulhoso representante duma qualquer minoria étnica, como não poderia deixar de ser nos EUA.


Mas este baluarte do arraial de porrada do pequeno, médio e grande ecrã, precursor do pontapé rotativo (mais tarde popularizado por Van Damme), protagonizou anos antes películas de grande qualidade como toda a série “Desaparecido em Combate” e “Força Delta” ou até umas aparições bem catitas numa série de filmes dos anos 70, 80 e 90, das quais, quanto à minha modesta pessoa, se destaca um combate contra o grande Bruce Lee em “O Dragão Ataca”.


Chuck Norris foi durante muitos anos uma espécie de herói de acção daqueles que, rejeitando a já reduzida profundidade psicológica de personagens como John J. Rambo ou Rocky Balboa, queriam mesmo era ver arraial de porrada atrás de arraial de porrada entremeado com uns tiros à mistura sem desperdício de fita (VHS ou BEATMAX na altura) em preciosismos como falas com mais do que três monossílabos ou dois palavrões e expressões faciais.


Se pensarmos bem, historicamente este homem fez a ponte entre Bud Spencer (o rei da chapada-de-mão-aberta-à-Cais-do-Sodré) e Steven Seagal (o mestre do Aikido-com-acessórios de-etnia-índia), tanto cronologicamente como em termos de estilo.


Eu confesso que delirava com o Chuck. Quando ele punha aquele olhar de prisão de ventre, toda a gente sabia: Silêncio, que vem aí arraial de porradinha da boa! E não interessa quantos são e de onde vêm, comem todos pela mesma medida (a única que se conhece em filmes do Chuck) – pontapé na boca.


Enfim, um verdadeiro herói americano. Mas podia ser de Chelas. Na boa.

março 14, 2011

Reacção à Manifestação da Geração à Rasca

Notei uma grande ausência na dita manifestação da Geração à Rasca: o Estado.
Nada nem ninguém neste país, onde todos querem alguma coisa mas nenhum quer abdicar de nada, está mais à rasca do que essa entidade misteriosa e extremamente difícil de nomear ou tornar concreta do que "o Estado".
"O Estado" não tem dinheiro nem para mandar cantar um macaco cego, pois como já todos pecebemos por entre as toneladas de terminologia financeira largada à pazada nos meios de comunicação social pelos ditos "peritos" e "especialistas" em alta finaça e gestão, já andamos a consumir recursos económicos alocados para os anos seguintes.
"O Estado" não tem legitimidade para tomar qualquer posição face à "crise" que não seja conducente à queda do actual governo e reeleição de uma nova equipa - chama-se a isto resolver o problema à lá técnico informático: desliga a máquina e volta a ligar, fazendo figas e rezando com muita força para que o problema se resolva a si mesmo.
Parafraseando de certa forma Luís XIV que, ao que parece, não era parvo de todo, o Estado somos todos nós, e se este funciona de determinada maneira, tal apenas é um reflexo de nós próprios, da nossa carinhosamente apelidada "maneira de ser", "latinidade" ou outra coisa qualquer que lhe queiram chamar que justifique a cambada de saudosistas, preguiçosos, derrotistas, desonestos, irresponsáveis, tacanhos e "coitadinhos" que somos.
Espero sinceramente que a maioria dos macacos que leram este texto (5, portanto) não se reveja na maneira portuguesa de ser acima referida - o que significa que ou integram o grupo que não arrastou este país para o tanque de merda até ao pescoço onde se encontra actualmente.
Caso pertençam ao outro grupo (mesmo que achem que não e não sejam capazes de analisar o vosso comportamento de uma maneira séria), o grupo dos que simplesmente não se importam e sistematicamente cagam para o dito tanque sem parar primeiro para ver se estão a lesar alguém ou se já têm os próprios calcanhares na merda, só tenho a dizer que me estou completamente marimbando nas vossas pessoas e, quanto a mim, merecem afogar-se na vossa trampa.
Porque é que não podemos ser empreendedores, eficientes, optimistas, competentes, responsáveis, qualificados e "tê-los" no sítio?

fevereiro 01, 2011

Vamos mas é trabalhar, cambada!

Era uma vez...

Um incêndio num edifício de 4 pisos, em França, um dia destes?
Uma família de 6 Argelinos vivia no 1º andar. Todos pereceram queimados.Uma família cigana de 8 pessoas que vivia no 2º piso, também pereceu no fogo.
Todos os 10 membros duma família do Senegal, que vivia no 3º piso, também foram vitimados.
Um casal de Franceses brancos vivia no 4º andar. Ambos sobreviveram!

A Associação Muçulmana Árabe local já exigiu saber porque sobreviveram os brancos quando os demais pereceram.
A Liga da Raça Negra insistiu em que se realizasse uma investigação pública.
A Agência para os Refugiados e Minorias também insistiu que se levasse a cabo uma grande investigação policial sobre a actuação dos bombeiros.

Questionado sobre o assunto pelos repórteres, o Chefe dos Bombeiros foi muito claro e explícito: Sobreviveram, porque tinham ido trabalhar!Dá que pensar, sim senhor.

dezembro 09, 2010

Friendly Fire 2 - O Regresso do Soldado Instantâneo

… e já está. Demorou, mas foi.

Agora, eis que se me ocorre o seguinte pensamento: estamos a falar de soldados. Americanos. Malta rija, que faz cenas do tipo disparar armas, rastejar pela lama debaixo de fogo com um sorriso e um cigarro Marlboro nos lábios. Malta cujo sonho é acordar um belo domingo de manhã e descobrir que o Bin Laden se escondeu no seu quintal, e apercebendo-se imediatamente que está a sonhar pois é bom demais para ser realidade, mesmo assim se levanta da cama e, com as botas já calçadas mas de cuecas e tronco nú, câmara de filmar numa mão e a bazuca comprada na loja de conveniência noutra, sai de casa agradecendo a Bush e a Deus pela dádiva (por essa ordem mesmo), apanha o jornal do chão e, enquanto saúda o vizinho do lado que está a cortar a relva, espeta um balázio na dita encarnação do mal, virando-se depois para a bandeira hasteada no seu quintal, saudando-a.

Acorda, claro está, lavado em lágrimas de alegria e contentamento, com energia para enfrentar mais um dia num país mergulhado em profunda crise económica e de valores sociais.

Pois que divirjo. Voltando então ao que interessa, é malta que faz cenas…enfim…rijas.

Supostamente esta malta tem treino. Como soldados, são os profissionais daquilo, do disparar, do matar, do conquistar, do guerrear, certo? Não sou apologista de tal coisa, mas se olharmos só para os 51% do post anterior, dá um bocado a ideia que agarraram numa cambada de atrasados mentais e lhes deram armas de fogo ou pior para a mão e já está - Soldados instantâneos. Ou melhor, Macsoldados.

Assim tipo aquela música portuguesa já antiga que dizia “Tens dezoito anos e a quarta classe. És um jovem ambicioso. Vem ser um GNR…”.

dezembro 02, 2010

Friendly fire

...é o termo comumente utilizado para quando um soldado é atingido por fogo do seu próprio lado, inadvertidamente, claro.

Uma estatística curiosa:

Na 2ª Guerra Mundia estima-se que cerca de 11% das mortes entre soldados norte-americanos resultaram do dito "friendly fire".
Na Gerra do Vietnam estima-se que aproximadamente 30% das mortes entre soldados norte-americanos foram causadas pelo tal "friendly fire".
Na Guerro do Golfo estima-se que 51% das mortes entre soldados norte-americanos decorreram de fogo das tropas norte-americanas.

Vou só ali digerir e já volto.

outubro 04, 2010

Sarkozy Vs. Ciganos

O Parlamento Português rejeitou há uns dias a condenação da expulsão dos ciganos em França.

Certo. Está bem, sim senhor, assim é que é. Já dizia o King Kong - "Cada macaco no seu galho!". Nós nem com os nossos ciganos sabemos lidar, quanto mais com os dos outros.

Parece-me que esta questão apenas será consensual e pacífica para um genuíno atrasado mental ou para alguém que tenha certas e determinadas ideias, normalmente associadas a cruzes suásticas, cabelo curto e botas da tropa...o que é como dizer batatas ou semelhas.

Primeiro, estranho o facto de não ter escutado ainda nenhum argumento verdadeiramente digno dessa designação da parte de quem condena a posição assumida pelo presidente francês. Os argumentos mais comuns assentam em comparações com genocídio nazi dos judeus durante a Segunda Guerra Mundial.

Ora, faço aqui um pequeno parêntesis a título de apontamento pessoal para que fique registado que sempre tive a sensação que a questão do holocausto não foi ainda devidamente digerida por alguns povos europeus. Ainda hoje noto que conceitos como "alemão","nazi", "Hitler", "campo de concentração" despoletam uma espécie de reacção instintiva de pânico e ódio em bastantes pessoas – leia-se “instintiva” no sentido de emocional por oposição a racional.

Portanto, e voltando um pouco atrás, note-se que a maioria dos argumentos que ouvi contra a decisão do Sr. Sarkozy de expulsar os ciganos de França relaciona-se com o Holocausto, e, pelas razões que expus no parágrafo anterior, este tipo de argumentação tem vindo a granjear um número considerável de apoiantes, no qual não me incluo.

Não obstante, reconheço que esta atitude é discutível do ponto de vista da badalada livre circulação de pessoas e bens no Espaço Schengen. Afinal somos livres de calcorrear o território ou não? No meu ponto de vista, somos. Desde que respeitemos as leis de cada estado. Ou então porque não ponderar a aplicação desta política a estrangeiros em geral, ao invés de sobrecarregar as prisões? É deportá-los lá para onde vieram – o que no caso dos ciganos pode ser complicado.

Mas, quanto a mim, o cerne da questão é o seguinte: A França é um estado democrático dotado de uma constituição e leis. Se qualquer indivíduo ou grupo de indivíduos não respeita essas leis, então só acho normal que este estado, personificado nas forças de autoridade, tome medidas, medidas estas que podem estar, tal como as leis, discriminadas na constituição ou serem decretadas por quem de direito, como é o caso.

Nem sequer vou abordar aquelas questões tradicionais como argumentar que se trata de um grupo de pessoas que, seja por motivos culturais ou outros quaisquer, adopta por vezes uma postura de isolamento e segregação face ao resto da sociedade e ostenta uma tendência assustadora para a associação a actividades ilícitas, acabando por não gerar grande empatia junto da população autóctone.

Penso que, neste caso concreto, são, dum ponto de vista racional, completamente inócuas face ao simples facto de assumirem comportamentos que não se coadunam com as leis vigentes.

Pessoalmente, penso que o problema não está na expulsão, mas sim na sua admissão. Defendo um controle sério e diferenciado do acesso ao território, pois com o acesso vêm uma série de direitos, mas, sobretudo, de deveres.

Verifica-se hoje em dia após anos e anos de um regime de entradas no país absolutamente irresponsável, que não existindo este controle, algumas das pessoas que entram no país, não estando sensibilizadas para o privilégio que lhes está a ser concedido quando lhes é dado o acesso à vida numa sociedade ocidental moderna, com sistemas de solidariedade social, estabilidade económica e política, acabam por não respeitar as bases sobre as quais assenta esse sistema…e o dito sistema acaba por entrar em colapso, mais cedo ou mais tarde.

Consequentemente, a atitude do Sr. Sarkozy não só é expectável, como também o é que se verifiquem nos próximos tempos tomadas de posição semelhantes nos restantes países da Europa.

setembro 13, 2010

Sustentabilidade

Falemos então em sustentabilidade. "Sustentabilidade" está na moda, "reciclagem" é tão passado que já ninguém se lembra do camarada Gervásio, o macaco reciclador.
Salvé companheiro!

"Sustentabilidade" é preciso, porque isto está para rebentar pelas costuras e nós por cá continuamos a assobiar para o lado como se nada se passasse, ao mesmo tempo que dizemos para quem quiser ouvir "Não, não se passa nada. No meu umbigo continua tudo na mesma...".

Gosto particularmente da nossa noção de sustentabilidade social, faz-me lembrar os quadros do Dali, cheios do fantástico mas assim já a puxar para a esquizofrenia.

Em Portugal entra quem quer, como e quando tem vontade. Somos os "gajos porreiros" da Europa. Não é preciso papéis nenhuns, basta aparecer por aí, como se fossemos ao café. Depois? Depois logo se vê, qualquer coisa se há-de arranjar. Onde cabem 12 milhões, também cabem 13 ou 14 milhões, certo? Certo. Há espaço de sobra...consta até que há um deserto a Sul de Lisboa, pertinho e tudo.

Mas a chatice é que não se trata de um problema de espaço, trata-se de um problema de recursos, de sustentabilidade. No caso particular da emigração, trata-se de sustentabilidade social.
Faz-me imensa confusão como é que alguém que não paga impostos nem gera qualquer mais-valia para a sociedade pode, porventura, receber um subsídio de inserção social ou rendimento mínimo garantido! Isto não é uma prática sustentável.

Quanto tempo mais vamos continuar a ser os "gajos porreiros"? Por mim, já chega. Provavelmente foi isto que pensou o Sr. Sarkozy quando reforçou as medidas a tomar contra a comunidade cigana em França.

Pessoalmente, e reduzido à minha ínfima pequenez e miopia geo-político-social, penso que o critério de diferenciação não deve ser étnico mas sim relacionado com outros aspectos, como por exemplo a situação legal no país, cadastro, contribuições sociais, etc. Temos bons exemplos da aplicação desta postura no Canadá ou nos Países da Escandinávia – países sustentáveis, claro.

Quando for grande quer ser dum país sustentável.