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junho 06, 2008

Estátua da Kate Moss em ouro a partir de Outubro

Faz sentido. Uma santa, referência para qualquer pessoa. Um estilo de vida absolutamente imaculado, na busca da felicidade (pursuit of happiness soa melhor) por entre o karaoke, a anorexia, o álcool e o consumo de drogas.

Go Kate! Ou Cátia, em português, se me estás a ouvir (a ler na realidade), dá-lhe, tu mereces, tu estás lá!

Deve ler-se: Cátia, em português, é um nome muita bimbo, só falta chamares-te Kate Vaness. Se me estás a ouvir, é porque não estás inconsciente devido a mais uma overdose. Dá-lhe, na coca em vez de na heroína, por causa das marcas. Tu mereces, mas é uma tareia de cinto à antiga portuguesa. Tu estás lá, no teu mundinho.

A ideia até que não é mal esgalhada, se a escolha tivesse recaído sob alguém coom uma sombra maior, a estátua sairia bastante mais cara.
Inclusive, proponho desde já uma série de estátuas de figuras iconográficas da actualidade em materiais simbólicos.

Estátua do George W. Bush em petróleo. Estátua do Alberto João Jardim em banana. Estátua da Manuela Moura Guedes em botox. Estátua do Cristiano Ronaldo em libras. Estátua do José Sócrates em papel. Estátua do Scolari em bronze, para “plantar” no Marquês do Pombal, se a selecção chegar à final e ganhar.

Portugal! Portugal!

INCONSTITUCIONALIDADE DA ASAE – LEGISLAÇÃO SURGIU À POSTERIORI

Diz que disse que afinal a ASAE é inconstitucional (palavra chatinha de escrever, bolas…), pois foi criada com o estatuto de polícia criminal, mas sem debate parlamentar. Não entendo bem o que isto significa, mas a ASAE é, obviamente inconstitucional, anti-primata mesmo.

Constitucional é comprar DVDs piratas com legendas em turco na Feira do Relógio ao domingo de manhã. Constitucional é comer um “clepe” regado com gordura de quinze dias, raspada das paredes da cozinha. Constitucional é comprar roupa “da moda” na Feira de Carcavelos “a cinco éros o par, ó dona”. Constitucional é comprar marisco e óculos de sol de marca enquanto se aguarda o ferryboat para Tróia.

Digo mais, essa corja da ASAE não só é inconstitucional, como anti-portuguesa. Onde é que já se viu isto, fiscalizar, num país latino, na cauda da CE?

março 31, 2008

Considerações sobre a Lei 37/2007 de 17 de Agosto

"Pela Lei Anti-Tabaco, Lei n.º 37/2007 -de 14 de Agosto, passou a ser proibido fumar nos serviços da administração pública, nos locais de trabalho e de serviço ao público e outros recintos públicos fechados em Portugal a partir de 1 –Janeiro-2008.Esta medida visa reduzir o risco do fumador passivo que se considera cada vez mais grave, uma vez que o poluente mais comum dos recintos fechados é o cigarro.Agora vêm-se os fumadores à porta, ou nas esplanadas, nos jardins ou noutros espaços exteriores onde o fumo se pode esfumar melhor. A lista de locais onde passa a ser proibido fumar é extensa, ver artigo 4º, de alínea (a) a (z), (aa) e (ab).Mas também se vêm cada vez mais beatas nos passeios, sobretudo nas fendas da calçadinha portuguesa, onde os fumadores atiram as beatas para o chão. Falta instalar "cinzeiros ao ar livre", nos espaços exteriores, e levar os fumadores a não deixarem restos."

O reforço dos "cinzeiros ao ar livre" é, no mínimo, discutível: só me faz lembrar a quantidade de porcos encartados que, ao volante (ou não) do seu automóvel, insistem em lançar a beata para a via pública (enquanto dão uso ao seu moderníssimo telemóvel, GPS, ou outro qualquer ícone do consumismo galopante vigente), quando, à distância de meio braço, têm um cinzeiro!

Muito sinceramente, existem dois acessórios que considero absolutamente dispensáveis num automóvel: o cinzeiro e os chamados pisca-piscas. Caros designers de automóveis: Não vale a pena perder tempo, espaço e tudo o resto com estes dois itens! A malta latina simplesmente não os utiliza.
Proponho desde já uma petição no Sul da Europa com o intuito de forçar todos os construtores de automóveis à recolha de todos os modelos de todos os anos, de modo a que possam proceder à substituição grátis e imediata dos pisca-piscas por um conjunto extra de luzes de circulação, do género dos máximos, mas mais fortes ainda - os tcham-tcham-tchatcham... absolutos (ui, que nome catita e castiço), para a malta encandear ainda mais os restantes condutores, quando estes nos tentassem encandear com os máximos, outro dos comportamentos típicos dos latinos.
Em adição, proponho também a substituição dos cinzeiros dos automóveis por uns apliques em baquelite para a malta guardar as moedas da portagem ou do parquímetro, com espaço para um dois CD do Tony Carreira (daqueles comemorativos dos vinte anos de carreira, ao vivo e a cores).

(Estou para aqui a pensar se não devia patentear estas ideias...)

Agora um pouco mais a sério - esse reforço de cinzeiros é, sem dúvida, uma medida importante. Faz parte do processo de ajuste da sociedade à dita Lei 37/2007 de 17 de Agosto, tal como a reeducação dos fumadores no sentido de não deitarem as beatas para o chão. E não me venham com a desculpa de não haver cinzeiros... a beata bem apagada fica bem melhor num caixote de lixo do que no chão.

janeiro 29, 2008

Um fim de noite perfeito

Para mim, hoje foi um dia particularmente gasoso. Infelizmente, não gozei da solidão conveniente ao alivio da pressão que crescia dentro de mim. Um dia cheio de trabalho, viagens em transportes públicos populados, jantar com a mamã... Finalmente, fui passear o cão. Ar livre, um sítio recatado, apenas alguns carros estacionados à espera que os Hell's Angels (leia-se Putos Xarilas dos Anjos) os venham vandalizar.

Ora bem - disse para com os meus botões -, não é tarde nem é cedo! "É agora!" pensei, sentindo a vontade a crescer-me nas entranhas. Alço a perna (literalmente) e...

Prrróóóóó pó pó pó pó prróóóó pó pó!!!...
Dolby surround ali em grande! Até exclamei: Olé!!!... (em voz alta e com o efeito amplificador inerente à auscultação de música através de headphones) Sorri, como o faz quem sente aquele orgulho de um trabalho bem feito.

Eis senão quando, me viro e reparo que os phones nos ouvidos e a parca luminosidade me tinham impedido de reparar num casal de pombinhos, enfiados num carro a 2 metros de mim, a disfrutarem (até instantes antes) de um momento romântico. Com a janela aberta.

Os nossos olhos cruzaram-se. O silencio dominou o contacto. Consegui cheirar a incredulidade que lhes escorria dos poros enquanto se esforçavam para pestanejar (coisa que o choque tornava difícil).

Afastei-me. Chamei o cão. Pig!... Fuiiit!...

E foi assim que proporcionei uma noite inesquecível a um casalinho de namorados!

(sou mesmo romântico, não sou? Um verdadeiro CUpido! Ou um Zéfiro... Ou um Pan, com o seu famoso flátuo... errr flauta!)

janeiro 25, 2008

Considerações sobre a Lei 37/2007 de 17 de Agosto

... vulgo "lei anti-tabaco".

Epá, são tantas que nem sei por onde começar. Sendo assim, e nas palavras de um conhecido filósofo contemporâneo, "comecemos pelo princípio". Uma breve resenha histórica, pois então. Ou epílogo. Pessoalmente prefiro prólogo, faz-me lembrar aqueles episódios da Quinta Dimensão, do tempo do cagar sentado, que tinham epílogo, onde o narrador mandava assim umas frases vagas para a malta pensar, sobre factos da vida aplicados à aventura narrada nesse episódio. Adiante:

Era uma vez a Convenção Quadro da Organização Mundial de Saúde para o Controlo do Tabaco, aprovada pelo Decreto n.º25-A/2005 de 8 de Novembro. Esta estabeleceu normas tendentes à prevenção do tabagismo e exposição involuntária ao fumo do tabaco, entre outros.

Este quadro de medidas data de 8 de Novembro de 2005. A chamada "Lei Anti-Tabaco" foi aprovada a 17 de Agosto de 2007 entrou em vigor a 1 de Janeiro de 2008.

Consideração N.º1 - Ora, isto resulta num desfasamento de 21 meses, 630 dias portanto, mais maço menos maço, entre a intenção e a acção.

A malta da Assembleia da República demonstra sem margem para dúvidas, mais uma vez, que se fartam de trabalhar para justificar ordenados gigantes e reformas vitalícias, por inteiro, após um par de anos intensa laboração. Qual 40 horas semanais a 800 euros por mês, qual quê? Duro, duro, é arranhar ali na assembleia um par de horas por dia. E mal pago, como se sabe! Isso e trabalhar no aterro sanitário de Gongunhanha de Cima, com pilhas de resíduos hospitalares que mais parecem as dunas do Lisboa - Dakar. Mas pelo menos é ao ar livre, a malta do aterro não tem de levar com o fumo dos outros.

(Nota mental: Aos meus filhos, apenas vou transmitir as minhas maiores pérolas de sabedoria. Vou ensiná-los a não fumar e a aspirar a serem deputados quando crescerem. É perfeitamente legítimo, então não há pais que inscrevem os putos no benfas com 2 meses de idade?)

Consideração N.º2 - A "Lei Anti-Tabaco" padece do mesmo problema que o Referendo sobre o Aborto - há excesso de informação generalista e tendenciosa, e falta de dados concisos e imparciais.

No Referendo sobre o Aborto houve uma tremenda confusão sobre a questão da legalização/liberalização.

Nesta lei, denominada "Lei Anti-Tabaco" existe uma confusão ainda maior sobre o seu objectivo. Este prende-se, conforme já referi anteriormente, à prevenção do tabagismo e exposição involuntária ao fumo do tabaco. Tal como na questão da Interrupção Voluntária da Gravidez, vulgo IVG, esta lei vem, tardiamente, estabelecer de uma forma absolutamente clara e inequívoca, quem, quando, onde e como pode fumar.

Trata-se no fundo de definir onde acaba a liberdade de uns e começa a liberdade de outros, sejam estes fumadores ou não-fumadores!

Doravante, os espaços públicos estão devidamente classificados quanto à questão do fumo, sendo que todos, tanto fumadores como não fumadores, sabem se por um lado podem cravar mais um prego no caixão, ou se por outro disfrutar de um ar minimamente respirável, polvilhado de sulfato de chulé, refogado de cebola de sovaco, legionela e perfume roxo da Feira da Ladra.


Consideração N.º3 - Nota-se um pouco por toda a parte uma postura defensiva por parte dos donos dos estabelecimentos sob a alçada da "Lei Anti-Tabaco", ao preferirem não investir nos meios necessários ao licenciamento do espaço para fumadores. Esta malta argumenta que a lei não é clara quanto aos requisitos necessários e que as multas aplicadas pela ASAE são pesadas demais para arriscar.

A meu ver, o risco de investir e depois falhar na dita inspecção é o mesmo que ocorre quando, antes de levarmos o carro à revisão, pedimos ao mecânico para "dar uma geral". Se este for competente, o carro passa na inspecção sem dificuldades. Se este for daqueles mecânicos de bairro que até leva barato, mas que entende é de bate-chapas, máquinas de lavar e televisores Philips, então o risco de chumbo é real.

Portanto, se um qualquer proprietário decidir consultar o marido da porteira do prédio do fornecedor de bebidas de lata, é natural que venha a ser multado. Consultando um profissional competente e qualificado, que após a conclusão do trabalho produza uma declaração de conformidade e, de acordo com as boas práticas, se disponibilize a dar assistência durante e após a inspecção, corre-se o risco...de se obter a dita licença.


Consideração N.º4 - A "Lei Anti-Tabaco" teve o condão de pôr todos os fumadores ao mesmo nível. E é vê-los à porta dos edifícios, agarrados às beatas em sofreguidão, a bater com os pés por causa do frio, a mirar a gaja do 4º andar que é boa como o milho, desde o administrador ao contínuo, em profunda comunhão com o seu vício, tal e qual uma daquelas seitas do rego do cú do continente americano. E é interessante como este vício é absolutamente transversal ao género, faixa etária, raça, crença religiosa e classe social, criando uma espécie de clima de solidariedade geral entre todos.

Findo o cigarro, volta tudo ao normal, assiste-se a uma re-estratificação social do indivíduo, seguida de ao cumprimento uma das mais antigas tradições latinas, a de mandar a beata para o chão! Não? Estou a generalizar? Tenho mau feitio? Talvez, mas sinceramente estou-me completamente a cagar para isso. Cedo, no entanto, que não se atiram beatas para o chão. Nunca, jamais, alguma vez! Isso seria anti-português! As beatas atiram-se para o ar! Se caem, pois isso já não é problema meu.
Consideração N.º5 - Talvez mais tarde, se me apetecer. Isto de ser prima dona é mesmo assim...tipo deputado.

novembro 15, 2007

“These stairs don´t give acess to the blue line”

É este o escrito exibido na plataforma da Estação do Marquês de Pombal da Linha Amarela do Metropolitano de Lisboa. Em letras garrafais. E cores apelativas. Qual a conclusão a retirar?

A empresa Metropolitano de Lisboa investe forte e feio, curto e grosso, na formação dos seus colaboradores, aliás tal como é hábito em empresas públicas. Desconfio que tiveram formação na mundialmente reputada Escola de Línguas Zézé Camarinha – we speak english – on parle français – se habla español.

Agora que introspecto, até nem está mal visto. Estou mesmo a imaginar as famílias de primatas emigrantes portuguesas, de visita à capital, a lerem alto e bom som esta mítica frase, entreolhando-se de seguida com um ar aprovador e paternalista, ao mesmo tempo que gritam para os rebentos: “Céliiiiiiiiiiine! Anda já p’ra baixo! Atão num bês que num é por esta iscada que bai-se para o Calombo? Chiça, parece que num falas estrangeiro?”

São muito à frente. Mesmo muito. Ui…

outubro 31, 2007

Publicidade deprimente

Acho que faz parte de uma conspiração para retirar o ânimo aos macaquinhos trabalhadores. Espalham mensagens como esta pelos trasportes públicos... E depois queixam-se que a macacada anda toda a dormir...

Todos os dias são 2ª-feira

(outra muito boa é uma de um senhor que é supostamente a imagem da simpatia dos funcionários do metro... Tenho que ver se arranjo essa!)

outubro 04, 2007

O Cúmulo da Proactividade

Ser proactivo é...sofrer de "cotovelo de tenista" antes sequer de começar as aulas de ténis. Somente ao alcance de alguns predestinados.

"Vinte e Sete de acordo no reforço às sanções contra a Birmânia"

Pois é!... É bom saber que o meu colega 27 está cada vez mais politicamente activo! Não bastava a posta anterior sobre o Mourinho, o Santana e o como-é-que-isto-anda-para-a-frente, e não é que ontem aparece no Público uma notícia sobre ele?!...

outubro 02, 2007

Homem Vs Político

http://www.youtube.com/watch?v=MpB1Ydko4NU

Não sou grande apreciador dos constituintes da classe política portuguesa. Sou daquelas pessoas que vota noutras pessoas e não em partidos – parece-me ser acima de tudo um reflexo da falta de confiança nos políticos (aliás bem patente nos últimos sufrágios) e não confiança nas pessoas.
Constato de quando em quando que por terras lusitanas não se governa nem se faz oposição (e neste último aspecto dou toda a razão ao Rei da Madeira), são todos uns rascas – como a geração.

De vez em quando lá aparece uma figura que de alguma forma se destaca: basta um simples gesto, pequenos pormenores (a “malta” agarra-se a tudo, tal é o desespero), que despertam a atenção do eleitorado e granjeiam popularidade a este sujeitinho perfeitamente mediano, que até então andava perdido no rego do cú do tempo.
Refiro-me ao Dr. Pedro Santana Lopes, Pedro Sacana Lopes, Pedro Santana Flops, ou outra combinação qualquer.

Ser um gentleman e ainda por cima sportinguista são das poucas qualidades que lhe reconheço. A nível político parece-me, pela sua mais recente prestação à frente da Câmara Municipal de Lisboa, que dava para aí…um bom funileiro, sendo que mais valia a pena ter deixado a “malta” na dúvida se porventura teria alguma aptidão para a política, do que confirmar que a não tem!

No entanto não pude deixar de aplaudir a sua recente atitude de ter deixado a redacção do canal SIC Noticias pendurado num directo, após ter sido interrompido a meio de uma entrevista para que a “malta” pudesse assistir…à chegada ao Aeroporto da Portela doutro cromo português.
Assistir à chegada do Mourinho ao Aeroporto da Portela - que se tratou de duma chegada normalíssima, sem absolutamente nada para contar, quanto mais para interromper uma entrevista de um canal de notícias com um político de relevo…
Demonstrando um “saber estar” que faria inveja à própria Paula Bobone, o entrevistado, sem nunca entrar em faltas de respeito ou educação, simplesmente recusou-se a continuar a entrevista, tendo a audácia de perguntar à jornalista que o entrevistava se esta se lembrava ainda de donde tinha ficado, se a interrupção se justificava e se seria assim que o país andaria para a frente!
Isto, caros macacos, é a chamada bofetada de luva branca, mas com uma mão do tamanho da do “King Kong”. A loucura continuou quando rematou (à lá matador, acrescente-se) declarando que as pessoas tinham de aprender! Não se tratou de uma bofetada de luva branca mas dum soco do calibre do Mike Tyson nos tomates da redacção da SIC Notícias.

Assistimos depois às ridículas tentativas da redacção SIC Noticias, personalizada na tal jornalista (coitada, desta não se esquecerá) de prosseguir com a entrevista, mas mais valia terem participado na Maratona de Lisboa em pelota equipados com chapéus de cozinheiro, porque caíram ainda mais no ridículo.

Deu para rir à gargalhada, pois perante gente portadora de estupidite aguda deste calibre, rir é mesmo o melhor remédio. Isso e passar-lhes por cima com o camião do lixo de madrugada, mas depois ainda tinha chatices com a polícia e não estou para tal (para chatear a polícia, entenda-se).

Por fim dei-me conta dum facto curioso: o sujeito em questão criou mais empatia em mim com este gesto perfeitamente humano, do que toda a treta política que alguma vez regurgitou cá para fora.

A conclusão que tirei daqui foi a seguinte: numa eleição onde concorressem o Dr. Pedro Santana Lopes político com o respectivo apoio da máquina partidária, e o Pedro Santana Lopes cavalheiro e sócio do Sporting, ponderaria votar no segundo, mas nunca, jamais, alguma vez, no primeiro.
Votamos portanto em pessoas, naquilo que elas representam por si. Em políticos (subentenda-se em partidos) votamos quando não há alternativa…Ou então vamos para a praia e simplesmente não votamos.